Caso de uso
Uma aplicação de autenticação partilhada para a sua equipa
Um único sítio para os códigos 2FA da equipa. Cada um lê os códigos de que precisa, ninguém guarda o segredo e todos os acessos ficam registados.
Uma aplicação de autenticação normal vive num telemóvel. Guarda os segredos das suas contas, transforma-os offline em códigos de seis dígitos e mostra-os a quem tiver o aparelho na mão. Esse desenho é deliberado e, para uma pessoa só, é o correto.
Uma equipa não é uma pessoa só. Assim que duas pessoas precisam do código da mesma conta, uma aplicação construída à volta de um único aparelho deixa de ser uma solução e passa a ser aquilo que toda a gente contorna.
O que é uma aplicação de autenticação partilhada
O mesmo trabalho, feito para mais do que uma pessoa. Os segredos vivem num cofre em vez de num aparelho, é aí que os códigos são gerados, e quem precisa deles lê o código atual sem nunca ver o que o produziu.
Tudo o resto decorre dessa separação. O segredo é a credencial permanente e não se revoga; o código vale trinta segundos e uma utilização. Partilhar o segundo custa pouco. Partilhar o primeiro é para sempre.
Porque é que uma aplicação de autenticação normal parte numa equipa
Nada no TOTP impede que dois aparelhos produzam o mesmo código, e é precisamente por isso que as equipas improvisam. É na improvisação que a coisa corre mal.
- O código QR anda a circular. Assim que alguém o digitaliza, passa a deter o segredo de forma permanente. Sair da empresa não o devolve, e a conta não guarda qualquer registo de que a cópia foi feita.
- Um telemóvel torna-se um estrangulamento. Quem configurou a conta fica de prevenção sobre ela, férias incluídas, e a sua saída transforma-se numa operação de recuperação.
- Os códigos viajam pelo chat. Vão parar ao Slack, ao WhatsApp, a uma nota partilhada, e lá ficam muito depois de expirarem, ao lado do nome da conta que explica para que serviam.
- Não fica registo nenhum. Quando alguma coisa corre mal na conta, não há forma de responder quem leu o código, nem quando.
Partilhar o código, não o segredo
O Share Auth mantém cada segredo TOTP cifrado e gera os códigos do seu lado. Um membro abre o cofre, vê o código atual de uma conta e copia-o. O segredo não é mostrado, não é enviado para o navegador e não é exportável em código QR.
Como ninguém tem uma cópia, retirar um acesso retira mesmo o acesso. É a única garantia que um código QR digitalizado nunca lhe poderá dar.
O que a equipa ganha
- Papéis. Decida quem apenas lê códigos, quem acrescenta contas e quem administra a equipa. Um membro novo começa com as contas de que precisa, não com tudo.
- Um registo de acessos. Cada leitura de um código fica anotada com o autor e a hora, para que um incidente numa conta tenha resposta em vez de um encolher de ombros.
- Um cofre por equipa. As contas ficam onde já trabalham as pessoas que as usam, e não numa aplicação pessoal a que é preciso pedir.
- As mesmas contas de antes. TOTP é uma norma. Tudo o que se configura no Google Authenticator ou no Microsoft Authenticator entra aqui a partir do mesmo código QR ou da mesma chave.
O que substitui
A captura de ecrã no canal da equipa. O colega a quem se escreve às onze da noite por seis dígitos. A entrada do gestor de palavras-passe partilhado onde alguém colou o segredo num campo de notas, que é o problema do código QR com melhor fato. A folha de cálculo que ninguém assume.
Nada disto é desleixo. É o que sobra quando a ferramenta pressupõe uma pessoa e o trabalho envolve quatro.
Para começar
Adicione uma conta como a adicionaria a qualquer autenticador: digitalize o código QR que o serviço mostra, ou cole a chave de configuração. Convide quem precisa dela, atribua-lhe um papel, e a partir desse momento lê códigos.
As contas já configuradas num telemóvel continuam a funcionar. Trazê-las para cá implica registá-las mais uma vez junto do fornecedor, que é também o momento de repor aquelas cujo segredo andou a circular.
Perguntas frequentes
A do telemóvel não, foi feita para uma só pessoa. O que uma equipa pode partilhar é o cofre de onde saem os códigos: os segredos ficam num único sítio e cada membro lê o código atual das contas a que tem direito.
São dois ângulos sobre a mesma coisa. O TOTP partilhado é o mecanismo, um segredo que produz códigos de que várias pessoas precisam. A aplicação de autenticação partilhada é o sítio onde esse mecanismo corre, para que ninguém tenha de copiar o segredo para o seu próprio aparelho.
Mais seguro do que os remendos a que as equipas acabam por recorrer. Um código vale cerca de trinta segundos e uma única utilização, por isso passá-lo custa pouco. Um segredo é permanente e não se revoga, e é por isso que é ele que fica no cofre.
Retira-se-lhe o acesso e o assunto fica encerrado, porque nunca teve um segredo para guardar. É essa a diferença face a um código QR digitalizado, cuja cópia fica no telemóvel e cujo único remédio verdadeiro é repor a 2FA na conta.
Com as mesmas contas. TOTP é uma norma: qualquer conta que se configure numa dessas aplicações pode ser adicionada aqui, a partir do mesmo código QR ou da mesma chave de configuração.